Spitfire… brutal!
31/01/2010 por Moby
Eu?
30/01/2010 por MobySou do Braga desde pequenino!!!
Sp. Braga-Sporting, 1-0
Prodigy!
21/01/2010 por MobySo… I’ve decided to take my work back underground… to stop it from falling into the wrong hands.
Eis as habituais previsões…
13/01/2010 por Moby… na Maia. Não são da Maia e também não são propriamente na Maia. São as previsões de Alfena, mas não há trocadilhos possíveis com esta terra, daí as Previsões na Maia. Se estiver constipado como eu, irá ler correctamente a frase, atingindo o apogeu do trocadilho. “As Previsões da Maia”.
Então cá vai disto:
Para 2010, nós, ou seja, eu, prevejo um ano repleto de meses, mais precisamente doze, dos quais iremos atravessar diversas estações do ano. Começaremos pelo Inverno e terminaremos… hum… no Inverno. Esta situação indica que o ano de 2010 começará com chuva e nuvens e terminará da mesma forma, tendo pelo meio um período de calor e seca.
No aspecto económico prevejo que as coisas poderão eventualmente melhorar, isto se não ficar tudo na mesma. Os astros, as estrelas e as poeiras espaciais indicam que teremos boas perspectivas de continuidade da situação favorável que vivemos no momento. Os favorecidos continuarão a favorecer-se enquanto com os seus actos prejudicam os desfavorecidos.
No amor prevejo que irão haver muitas relações sexuais durante o ano, sendo que estas poderão envolver homens com mulheres, homens com homens, mulheres com mulheres e em determinados casos específicos poderão até envolver animais.
De resto posso dizer que aquilo que não mudar continuará na mesma, tudo o que não piorar também não irá à partida melhorar, prevendo-se assim um ano… igual a tantos outros.
E são estas as minhas previsões para 2010.
Lei aprovada e já estão a reclamar…
08/01/2010 por MobyAinda agora foi aprovada a lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo, e já estão na rua a reclamar e protestar pelo direito à adopção.
Aproveitem para comemorar e chateiem-se com esses problemas mais tarde, porque prevejo que ainda terá de correr muita tinta até que se tome tal decisão, a qual acarreta uma série infindável de reflexões.
O casamento diz respeito a duas pessoas, e essas sendo maiores de idade têm todo o direito a decidir o seu futuro. A adopção decide a vida de terceiros, sendo que esses são menores, com tudo o que isso acarreta.
Vamos com calma… muuuuuita calma.
O palhaço, por Mário Crespo
05/01/2010 por MobyO palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem.
O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si. O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas. O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.
Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.
O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.
E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.
Ou nós, ou o palhaço.
Por Mário Crespo no JN Online a 14 Dez 09 pelas 00h30m
JN 14 Dez 09 00h30m
Avatar
30/12/2009 por MobyHá uns dias atrás, uma amiga pergunta-me pelo msn se eu ía ver o filme Avatar ao cinema. Respondi imediatamente que era daqueles filmes que não faziam parte da minha “wish list” cinematográfica, como quem diz… perda de tempo e dinheiro.
Pois ela tinha um bilhete, o dela, porque tinha andado a ver algumas imagens do filme na net e como o achou algo violento e devido ao seu estado de gravidez, decidiu arranjar alguém que fosse na sua vez. Eu, recusei. Pensei mesmo, “nããã… nada disso, filmeco para encher bandulho a realizador.”
Pois meus amigos… ERREI.
Vi o filme em casa e adorei. É espectacular, inovador, excelente em efeitos especiais e tem uma história fenomenal. Quem conhecer o filme Final Fantasy: The Spirits Within ou gostar dos filmes do famoso Hayao Miyazaki, vai encontrar grandes semelhanças no conteúdo da história e na mensagem que é passada. Não vou revelar detalhes, apenas fica o conselho para quem não o viu… que vá ao cinema ver o filme a 3D porque vai dar o seu dinheiro por muito bem gasto.
Aqui vai o meu Avatar pessoal… eh eh eh!!
Megadeth’s End Game
30/12/2009 por MobyApós algum tempo perdidos numa onda menos Metal, da qual Risk é o maior fracasso, eis que surge o album da confirmação que o Metal está vivo e esta banda sabe ser como ela própria.
End Game é fantástico, Dave Mustaine está como nunca e os solos de Chris Broderick são de arrepiar qualquer um, senão ouça-se esta música, uma das que compõem este album End Game de 2009 dos únicos e fenomenais, Megadeth.
